<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-842202436447991211</id><updated>2011-04-21T15:00:37.988-07:00</updated><title type='text'>Folha - XII - Hoje penso eu!...</title><subtitle type='html'>Algumas linhas de filosofia
" Fernando Oliveira"</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://hojepensoeu.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/842202436447991211/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hojepensoeu.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>fernando oliveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_YmWtdGhM0mU/TMeCK3ZC1QI/AAAAAAAAA5M/KTwzD361Y7c/S220/spaulo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-842202436447991211.post-1779313421992524323</id><published>2009-04-06T22:19:00.001-07:00</published><updated>2009-04-06T22:19:36.521-07:00</updated><title type='text'>O destino é uma bola de sabão</title><content type='html'>Parte I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os factos estão todos escritos nos nossos genes. Não os modificamos, mas os revelamos em cada acto que realizamos. A prosaria popular chama-lhe destino, fado, momento de transição, tempo de reciclo ou de preparação para outra hipotética vida corpórea ou espirita.&lt;br /&gt;Os séculos e os milénios rolam sobre os nossos cabelos esborrifados, a algazarra cada vez é mais afona, o homem aproxima-se do domesticando binómico, – numa face do cérebro rácio prosaico, a aceitação da superioridade "In fine" as armas estendidas no chão desenhando cruzes, na outra face. - A beatitude que os ventos constelares semeiam; e que as narinas piegas absorvem gulosamente, sem conhecerem a particularidade da propriedade digestiva dos referidos ventos universais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ainda a faísca fomentadora viaja no ovo da mulher&lt;br /&gt;e já o indivíduo anunciado.. tem o caderno cheio de deveres&lt;br /&gt;o evento físico ratifica a rima esdrúxula.. sem porquês.. nem sequer&lt;br /&gt;e a copia lavada.. insinua o seu grito na mísera praça de haveres" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O antropónimo superior, crê-se imbuído do albedo universal. Desfaz-se no panegírico, para arredar o calor que o apoquenta. No intimo, recebe ondas que não sabe ler; e envia ondas que ninguém lê. A troca não é contratual mas esquizofrenia residual, cantada na causa surtida do seu destino condicionado com ramalhosas florestas de ofuscos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"a aniquilação da resenha esbarra na duna&lt;br /&gt;as letras de substituição são demoníacas&lt;br /&gt;por omissão.. são substitutivo da lacuna&lt;br /&gt;garantia de evitar o corroo das leis deificas"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Deixem cair a borboleta.. no campo sem gladio.. liso como o primeiro cueiro da criança, surripiem a mortalha imunda de vermes; e queimem os infernos, por simpatia, os paraísos aparecerão mais acessíveis, menos onerosos à crista mística do homem. O alabastro vozeirão ribomba ainda nas alturas, o hino nupcial. O incesto evento marital subconsciente, desbota as aselhas da delicada criatura, a evolução movimenta-se para a subtracção, a celeste mão não se compadece da escravidão dogmática e, as assoalhadas prometidas ficam eternamente vagas"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo, é sonho de voo que nasce da vontade de prudentes exílios, - ferrenha subalternidade - para longe das paradas cafurnas infectas, mesmo quando, "uma graça abrolha do bico dum pintassilgo, e o gorjeio é bem-soante, ou quando "as abelhas mensageiros das plantas, mestres jardineiros por instinto" lhes mostra um funcionamento, tudo, menos que caótico ou dúbio, porque individualidades viradas para o objectivo comum " o bem da espécie". O cultivo da adoração impede esta visão buliçosa de alguns elementos da cadeia evolutiva. O desprezo é enfeitado de miasmas doentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"na meiga ingenuidade do irracional&lt;br /&gt;o tempo é um longe imediato&lt;br /&gt;forjado no conceito.. matéria natural&lt;br /&gt;o desinteresse interessa-se pelo facto"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser racional ciumenta a liberdade da besta, que, aliviada da cerebral contenda, patenteia a mais sofisticada organização social. O complico do homem é de estar nos píncaros da cadeia da evolução, por de cima apenas tem o divinal!... Suspiro abstracto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem precisa de outros seres superiores, fora da cadeia do absoluto, mas dentro do seu sistema organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui ou além, despontam vontades de sobreposição ao estado do homem ovelha, que apenas procura a sublevação para uma socialização secularmente recomeçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se esta vontade englobar os fantasmas doutrinais que vestem o ser passadiço, ela advém seita, que namorando uma fasquia do rebanho, não faz mais do que atarantar o todo; e esfaquear o bolo celestial. -&lt;br /&gt;As vontades que imaginam um enxotar das filosofias mais que usadas, pensam refundi-las na consensual união, onde todas, inclusive as de teor filosófico físico-mental, possam convergir para o objectivo espiritual. O problema desses pensadores está nos profetas!...&lt;br /&gt;Conceber uma filosofia global sem profetas, não será trabalho fácil. Outra das dificuldades, aparece no role flutuante do proselitismo e nos doutores de teologia. Uns e outros teriam que ser banidos para deixar ao mental, o livre arbítrio de iniciar; e, ou fazer evoluir a ideia dum criador universal. Com a abolição do bem e do mal dogmático, a serenidade voltaria, não para as raízes do animismo, mas para o bornal das identidades individuais, que se recusariam a fazer soma!... O sectarismo espreita e não se deixará levar assim à boa. As organizações dogmáticas, são tão poderosas e ricas em influência e em valores pecuniários, a imbricação com a sociedade civil e política é tão bem tecida!... Que ninguém sabe onde começa o fio; e acaba o novelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montefrio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/842202436447991211-1779313421992524323?l=hojepensoeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hojepensoeu.blogspot.com/feeds/1779313421992524323/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=842202436447991211&amp;postID=1779313421992524323&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/842202436447991211/posts/default/1779313421992524323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/842202436447991211/posts/default/1779313421992524323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hojepensoeu.blogspot.com/2009/04/o-destino-e-uma-bola-de-sabao_06.html' title='O destino é uma bola de sabão'/><author><name>fernando oliveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_YmWtdGhM0mU/TMeCK3ZC1QI/AAAAAAAAA5M/KTwzD361Y7c/S220/spaulo.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-842202436447991211.post-5568350049775222946</id><published>2009-03-08T18:40:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T18:41:43.203-07:00</updated><title type='text'>As três verdades primordiais!</title><content type='html'>As três verdades primordiais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamentos, bem ou mal pensados!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade sempre foi um quebra cabeças para muita gente, alguns pensam que é o contrario da mentira, outros que é irmã da mentira, outros que é filha de meia verdade e meia mentira, cientistas e filósofos têm-se debruçado à sua cabeceira, pois a verdade também dorme, quando a mentira estás acordada, não se sabe se são familiares, mas dão-se mal.&lt;br /&gt;Recentemente um dos grandes pensadores do nosso século, e do século passado – Edmundo Travessas- pensa ter encontrado a solução ao tão agudo problema existencial. Fala-se até muito da provável nomeação para um prémio universitário, mas será verdade. Vejamos o que nos explica o pensador :a verdade tem que ser instantânea pois como todos os viventes, deteriora-se, ferool divide o seu trabalho em três exemplos, sempre a famosa trilogia, O senhorio, o caseiro e a renda a pagar, o homem a mulher e o cão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade sentimental&lt;br /&gt;A verdade moral&lt;br /&gt;A verdade social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade sentimental, ele exemplifica da seguinte maneira : ouviu-se dizer que a Tortozinda ia casar com o Rachado, no domingo seguinte. &lt;br /&gt;Sabemos que toda a verdade tem que ser ratificada por uma segunda pessoa, no mínimo; aqui terceira. Vamos verificar dentro do nosso espaço analista, dirigimo-nos para a igreja local, e perguntamos ao cura, se é verdade que fulano e fulano vão contrair matrimonio, o cura consulta o seu registo e diz que não, nesse dia só tem programados vários enterros. Que fossemos à capela, talvez lá encontrássemos alguma parte da verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigimo-nos para a capela, gerida por um meio cura, este rapa do caderno e diz... não, nesse dia só temos confissões, que digamos de passagem são quase todas mentiras, mas oferecidas como verdades, Uma terceira hipótese apareceu-nos luminosamente, que era a de ir perguntar aos interessados da verdade lançada. Quando chegamos ao sitio indicado, vimos os anéis de noivado saindo pela janela, caindo a nossos pés, indicio de que a verdade estava avariada. Entramos e deparamos com os pretensos noivos do domingo próximo, estes disseram-nos que era mentira. Efectivamente tinham pensado em casar, mas por causa de mentiras escondidas dos dois, partiu-se a promessa e a verdade adveio mentira. &lt;br /&gt;É interessante de ver o caminho palmilhado para a descoberta da verdade, sobre a verdade que é mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade moral, é exemplificada desta maneira. Ouviu-se dizer na boca de alguém embasbacado de piedade. Que este tinha dado de comer a uma velhinha necessitada. &lt;br /&gt;Seguindo sempre os mesmos métodos de investigação, dirigimo-nos para casa da referida velhinha. Esta morava longe que se fartava. Aqui já havia um ténue índice que abanava a verdade emitida, quando chegamos a casa da velhinha, a verdade já não era nova, batemos na porta e ninguém respondia, batemos e batemos, estávamos verdadeiramente tão cansados ( facto não ratificado) até que por fim alguém abriu a porta com olhos de choramingas. Perguntamos pela anciã, foi-nos respondido que tinha morrido não vai muito tempo. Perguntamos porquê morreu. Disseram-nos que de velhice. Viemos embora com o cepticismo nos lábios; e se a velhinha tivesse morrido de fome! &lt;br /&gt;Apenas sabemos pelo oficial do instituto de medicina legal, que ela morreu de uma indigestão, ficamos com a pulga atrás da orelha e não ratificamos esta verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade social, é exemplificada desta maneira. Ouviu-se dizer que o João tinha ido ao barbeiro do bairro cortar o cabelo à escovinha. Conhecíamos o João pessoalmente, sabíamos do seu gosto pelos cortes de cabelo excêntricos, não nos surpreendeu a noticia, mas fomos verificar a veracidade da informação. Dirigimo-nos para o barbeiro, (Senhor Afonso, pessoa afável que também era o capador da aldeia, como se deve a todo barbeiro honrado). Informou-nos que não tinha visto o João, pois tinha ido capar um porco e tinha deixado a oficina a cargo do seu aprendiz na barbearia. Cheguei à bocado e o aprendiz foi ajudar os pais - o porco era dos pais dele - que tinham matança da mulher do porco nesse mesmo dia. &lt;br /&gt;Dirigimo-nos para caso do pacóvio como era conhecido (o seu nome de baptismo, era Anastácio* que encontramos com o alguidar na mão para receber as futuras morcelas, disse-nos que não se lembrava qual o corte de cabelo que serviu ao João, pois nas alturas andava com a cabeça cheia de meias verdades que lhe contavam da namorada e não tinha decorado o que tinha feito ao João, que fossemos a sua casa, que morava perto, ali nos dirigimos e não encontramos o João, mas a mãe, que nos disse que também procurava o filho, que lhe tinha pedido dinheiro dizendo que era para ir ao barbeiro, e que na realidade foi para tomar uns copos. &lt;br /&gt;Moral da historia, a verdade apareceu mentira e o João ainda era cabeludo, mas já com bebedeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São estes os resultados sucintos da pesquisa do famoso pensador ( acima citado). Agora a vocês de tentar desmontar as mentiras para contrariar estas verdades: alguém propõe que: no primeiro caso (verdade sentimental) o cura poderia estar com os copos devido às sucessivas missas a conto de rei, - 50 euros - não ter visto bem o nome dos candidatos ao casamento, nesse caso, os investigadores ter-se-iam enganado de casa e a verdade reposta no seu contexto acima descrito, fulano e fulana, vão realmente contrair matrimonio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo caso ( verdade moral) a velhinha poderia ter morrido de fartura, de ter comido demasiado em casa do piedoso senhor, neste caso também a verdade tem que ser reposta, o seu a seu dono, a velhinha que não fosse gulosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No terceiro caso ( verdade social ) o João teria estado a jogar à sueca enquanto bebia uns copos e teria ganho umas coroas, tinha o cabelo cortado à escovinha, - se o estouvado do pacóvio não estivesse a contas com as mentiras da sua sopeira, esta verdade poderia ter sido ratificada no momento da investigação. Repomos ainda esta verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moral da história, as verdades são tantas quantas as que queremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Oliveira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/842202436447991211-5568350049775222946?l=hojepensoeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hojepensoeu.blogspot.com/feeds/5568350049775222946/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=842202436447991211&amp;postID=5568350049775222946&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/842202436447991211/posts/default/5568350049775222946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/842202436447991211/posts/default/5568350049775222946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hojepensoeu.blogspot.com/2009/03/as-tres-verdades-primordiais.html' title='As três verdades primordiais!'/><author><name>fernando oliveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_YmWtdGhM0mU/TMeCK3ZC1QI/AAAAAAAAA5M/KTwzD361Y7c/S220/spaulo.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
